O “overtreatment” (tratamento em excesso) é um conceito que se refere ao tratamento de uma doença que não ofereceria risco à saúde
Nos casos de câncer de próstata, esse tratamento excessivo é comum, por isso é muito importante que os médicos saibam quando realizá-lo ou não. Assim, evita-se que o paciente passe por situações dispensáveis que apresentam efeitos colaterais. Em alguns casos, o tumor não necessita de intervenção imediata, ou não irá precisar nunca.
O médico deve analisar o tumor, seu tamanho e se realmente afeta a saúde do paciente, para então determinar qual protocolo será seguido.
Mas a possível não-necessidade de tratamento não significa que não é preciso rastrear o tumor. É fundamental que homens acima de 40 anos, com histórico familiar ou de pele negra, ou acima de 50, sem histórico, realizem o preventivo urológico (com o exame de toque e o PSA). Afinal, estima-se que mais da metade dos casos de câncer de próstata precisam ser tratados!
Se houver o diagnóstico, o tumor precisa ser monitorado com frequência pelo médico urologista, mesmo que nenhuma intervenção médica seja realizada.
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